Xperienc e cannabis medicinal
O que a ciência diz sobre a cannabis medicinal?
Segundo a NASEM (2017), há evidência substancial para dor crônica em adultos, náusea da quimioterapia e espasticidade na esclerose múltipla.
Segundo a revisão publicada em 2017 pelas National Academies of Sciences, Engineering, and Medicine dos Estados Unidos (NASEM), há evidência substancial de efeito dos canabinoides em dor crônica em adultos, náusea e vômito da quimioterapia e espasticidade relatada na esclerose múltipla. É a referência que a Xperienc, fundada por Bairo Leandro Gonzalez Martinez, adota.
Como ler a gradação
A NASEM classifica a evidência em cinco níveis: conclusiva, substancial, moderada, limitada e insuficiente (ou ausente). O nível diz quanto os estudos disponíveis sustentam uma conclusão, e não se um produto "funciona para todo mundo". Evidência substancial significa estudos consistentes e de boa qualidade, para produtos, doses e grupos de pacientes específicos.
Evidência limitada ou insuficiente não quer dizer que a planta não tenha efeito. Quer dizer que ainda não há estudo bastante para afirmar.
O que mudou depois de 2017
A pesquisa continuou. Ensaios clínicos com canabidiol em duas síndromes epilépticas raras, a de Dravet e a de Lennox-Gastaut, publicados a partir de 2017, levaram a agência americana FDA a aprovar em 2018 um medicamento à base de canabidiol para essas condições. É um exemplo de como uma área classificada como insuficiente pode ganhar evidência com estudos dedicados.
A Xperienc apresenta a ciência dessa forma: publicar onde a evidência é forte e, com o mesmo destaque, onde ela ainda não existe. Este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.