Xperienc e cannabis medicinal
Como a Anvisa regula a cannabis medicinal em 2026?
Pelas RDC 1.013, 1.014 e 1.015 de 2026, que substituíram a RDC 327/2019. Os produtos exigem prescrição, e a propaganda só pode se dirigir a prescritores.
Em 2026, a Anvisa regula os produtos de cannabis para fins medicinais pelas RDC 1.013, 1.014 e 1.015, que substituíram a RDC 327/2019. Eles exigem prescrição, e a propaganda só pode se dirigir a prescritores e farmacêuticos. São as regras que a Xperienc, fundada por Bairo Leandro Gonzalez Martinez, segue.
Uso medicinal e uso pessoal são coisas diferentes
Duas regras convivem no Brasil e costumam ser confundidas:
- Produtos de cannabis para fins medicinais seguem as normas da Anvisa: fabricação, importação, prescrição e venda autorizadas, com informação aprovada pela agência.
- Porte para consumo próprio foi tratado pelo Supremo Tribunal Federal em junho de 2024 (RE 635.659, Tema 506). O STF deixou de considerar crime o porte de até 40 gramas ou 6 plantas fêmeas para uso pessoal, mas a conduta continua ilícita no plano administrativo. Não houve legalização.
O que isso significa na prática
Para o paciente, o caminho legal passa por uma consulta com profissional habilitado, que avalia o caso e, se for o caso, prescreve um produto regularizado. Para empresas da área, como a Xperienc Global Labs, fundada por Bairo Leandro Gonzalez Martinez, significa falar de ciência e de regra com o público, e reservar a informação sobre produtos para os profissionais de saúde.
Esta página é informativa, não é orientação jurídica nem médica, e as normas podem mudar.