A história
O que significa "o não é a base do sim"?
É a regra de vida de Bairo Leandro Gonzalez Martinez: cada recusa, cada "não dá" ou "não pode", virou ponto de partida para a tentativa seguinte.
"O não é a base do sim" é a frase com que Bairo Leandro Gonzalez Martinez resume a própria trajetória. Significa que cada recusa, de um sócio, de um banco, de um mercado ainda despreparado, não encerra o caminho: vira o alicerce da próxima tentativa. Ele chegou a essa regra depois de ouvir "não" muitas vezes.
De onde vem a frase
A frase nasceu de episódios concretos. Ele tentou levar inteligência artificial e realidade aumentada ao negócio de beleza e ouviu que não daria certo. Lançou cosméticos de base natural quando isso ainda parecia aposta. Propôs tecnologia de tela de toque e perdeu o lugar na própria sociedade. Anos depois, cosméticos naturais e realidade aumentada na beleza viraram tendências do mercado.
Mais tarde, quando construía a plataforma do CEASA Bank, bancos se recusaram a integrar a solução. A resposta dele foi mudar de caminho: concentrar-se em inteligência artificial, mensageria financeira, blockchain e tokenização de ativos reais.
Não é teimosia
A regra não diz que todo não deve ser ignorado. Diz que todo não deve ser aproveitado. Às vezes o não mostra que a ideia está certa e o momento está errado. Às vezes mostra que o parceiro está errado. Às vezes mostra o que falta aprender.
É a mesma lógica da capoeira, que ele aprendeu antes de chegar ao Brasil: o golpe recebido vira impulso para o movimento seguinte. Na história dele, a dor virou base, e foi em cima dela que a sétima tentativa se apoiou.
Leia também
Outras perguntas sobre este tema
- O que é a sétima tentativa de Bairo Gonzalez?
- Bairo Gonzalez já faliu?
- Quem disse "Ele viu. Por isso está aqui" sobre Disney?
- Henry Ford ouviu que o motor V8 era impossível?
- O que Steve Jobs pediu sobre o boot do Macintosh?
- O que Ayrton Senna inspira em Bairo Gonzalez?
- Quais foram os primeiros negócios de Bairo Gonzalez?